terça-feira, 10 de junho de 2008

ATIVIDADE DE CIENCIAS DO PROFº MOACIR

EXERCÍCIO DE CIÊNCIAS
– A ECOLOGIA estuda.
a) A relação dos ambientes aquáticos
b) A terra e suas transformações
c) A relação dos seres vivos uns com os outros e deles com meio ambiente.
d) Todas as alternativas estão corretas

02 – Ao observar determinada espécie de mosquito, percebemos que o macho se alimenta de seiva de plantas e a fêmea do sangue de mamíferos. Ambos têm hábitos noturnos.
Pode-se dizer que o macho e a fêmea dessa espécie de mosquito têm:

  1. Mesmo nicho ecológico
  2. Nicho ecológico diferente
  3. Não têm nicho ecológico
  4. Nenhuma das alternativas anteriores

03 – Um estudante afirmou que leões e onças só comem carne e que, por isso, não dependem das plantas para sua alimentação.

a) Está correto já que se alimentam de carne
b) Errado pois se alimentam de animais herbívoros
c) Esses animais se alimentam de plantas
d) Podem comer tanto planta como outros animais


04 – Ao comer arroz, que tipo de consumidor você está sendo na cadeia alimentar?
a) Primário
b) secundário
c) terciário
d) decompositor

05 – Quando um aluno X, come um bife de carne de boi, o comportamento dele na cadeia alimentar é de um consumidor
a) Terciário
b) Primário
c) Produtor
d) Secundário

06 - Um seringueiro de Xapuri (AC) falou: “ Ao derrubarem as árvores, não haverá mais sementes e as cotias desaparecerão por falta de comida – e eu também não terei mais o que comer”.
Identifique nos itens abaixo uma cadeia alimentar com os seres vivos mencionados na frase

  1. Cotia→homem→semente
  2. Semente→seringueiro→cotia
  3. Semente→cotia→seringueiro
  4. Seringueiro→cotia→semente

07 – Ainda com base na frase da questão 6, identifique o papel desempenhado pelas sementes na cadeia alimentar.
a) Decompositor
b) Consumidor primário
c) consumidor secundário
d) Produtor


08 – Em um rio, as trutas (um tipo de peixe) comem libélulas (um inseto), que são predadoras da larva de um tipo de mosquito. Este por sua vez se alimenta de algas.
O que pode acontecer com o número de trutas e de mosquitos se as libélulas forem eliminadas.
a) Aumenta o número de trutas e diminui o de mosquitos
b) Diminui o número de trutas e diminui o número de mosquitos
c) Diminui o número de trutas e aumenta o número de mosquitos
d) A quantidade de trutas e de mosquitos permanece a mesma

09 – Pesquisadores encontraram inseticida no corpo de pingüins e focas das regiões polares, onde o produto nunca tinha sido utilizado.
A explicação para esse fato pode ser:
a) Trata-se de um inseticida que é eliminado muito lentamente do organismo. O inseticida polui a água nas proximidades das regiões polares e foi absorvido por algas. As algas foram ingeridas por peixes, que podem ter migrado para regiões polares, onde foram capturados por pingüins e focas.
b) Não constitui verdade, pois essa é uma região muito fria e o inseticida iria congelar.
c) Nas regiões frias os inseticidas são degradados.
d) Todos os itens anteriores estão corretos.

10 – Leia trechos da canção “Tico-tico no fubá” de Zequinha de Abreu.

O tico-tico tá
Ta outra vez aqui
O tico-tico tá comendo o meu fubá
[...]
Botei alpiste para ver se ele comia
Botei um gato
Um espantalho e um alçapão
Mas ele acha que o fubá
Que é boa alimentação.

O tico-tico é um pássaro parecido com o pardal. Fica ciscando no chão à procura de comida e, realmente, come fubá, que é feito de milho.
Sabendo disso, identifique a teia alimentar descrita no texto.
a) Alpiste
milho tico-tico gato
ser humano

b) milho tico-tico gato
c) Alpiste tico-tico gato
d) Nenhuma das respostas anteriores

11 – Veja se você aprendeu bem os diversos tipos de relação existentes entre os seres. Associe cada relação com a descrição ou o exemplo respectivos.
I – Um animal come restos de comida de outro, sem prejudica-lo, nem beneficia-lo.
a) Comensalismo
b) Predatismo
c) Parasitismo
d) Sociedade

II – Um animal vive sempre em grupos com outros organismos da mesma espécie.
a) Mutualismo
b) Competição
c) Sociedade
d) Comensalismo

III – Um organismo vive no corpo do outro, retirando alimento dele e provocando-lhe doenças.
a) Predatismo
b) Sociedade
c) Competição
d) Parasitismo

IV – Um animal mata e devora um ser de outra espécie.
a) Competição
b) Sociedade
c) Predatismo
d) Parasitismo

V – Dois animais da mesma espécie lutam por um território onde vão se reproduzir.
a) Mutualismo
b) Competição
c) Sociedade
d) Predatismo

VI – Dois animais de espécies diferentes se beneficiam com a relação.

a)Comensalismo
b) Mutualismo
c) Sociedade
d) Competição

12 – Leia o texto abaixo para responder às questões.

Os chimpanzés são encontrados nas savanas e florestas da região central da África. Vivem em grupos e têm um organização social: há um “chefe”, que exerce certo domínio sobre os outros.

Alimentam-se de frutas, raízes, folhas, formigas ovos e pequenos antílopes. Os chimpanzés usam gravetos para capturar formigas e pedras para abrir frutas. Mas eles não nascem sabendo fazer isso: a mãe mostra aos filhotes, e eles aprendem por observação e imitação. Um chimpanzé do zoológico que teve os dentes retirados passou a espremer maçãs, cenouras, laranjas e outros alimentos contra uma quina da jaula para extrair o suco e para fazer um “purê” com algumas frutas. O mais interessante é que os outros chimpanzés da jaula passaram a fazer a mesma coisa.

Há muita cooperação dentro do grupo: uma das maiores ocupações dos chimpanzés é catar piolho uns dos outros.

Podem ser atacados por cobras e por mamíferos, como o leopardo, mas atualmente o principal inimigo é o ser humano, que vem ameaçando a sobrevivência da espécie, não apenas pela caça mas também pela destruição do ambiente natural onde ela vive.

I – Identifique o habitat do chimpanzé.
R –


II – Indique alguns trechos do texto que se refiram ao nicho do chimpanzé.

R –


III – Os chimpanzés são carnívoros, herbívoros ou onívoros.

R –


IV – Que tipo de relação os chimpanzés formam entre si? Que tipo de relação ocorre entre um chimpanzé e a formiga que ele come?

R –


V – Quem são os predadores dos chimpanzés?

R –


VI – O que, no texto, indica que os chimpanzés são animais bastante inteligentes?

R –


VII – Por que devemos impedir que os chimpanzés e outras espécies sejam eliminados da natureza pelo ser humano.

R -

segunda-feira, 28 de abril de 2008

SOLUÇÕES APROVADAS*

Mesmo sem computadores na escola, professores incluem a informática no planejamento, favorecendo o ensino e a aprendizagem
*(http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0211/aberto/mt_274557.shtml)

A maioria das escolas brasileiras não está informatizada, e vai demorar até que todas tenham laboratórios com equipamentos conectados à internet. As tentativas de prover as instituições com recursos tecnológicos são muitas, mas as questões envolvendo licitações e liberação de recursos do Estado tendem a demorar para se concretizar. Alguns professores usam essa realidade para justificar o fato de não prever o uso da tecnologia no planejamento. Outros arregaçam as mangas, procuram conhecer as ferramentas disponíveis e as utilizam em favor do ensino e da aprendizagem.

Bárbara Dieu, uma das pioneiras no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no Brasil e dona de cinco prêmios internacionais, como o Global SchoolNet de 2003, afirma: “Para aprender a utilizar os recursos, basta buscar informações, perguntar a quem sabe e insistir em aprender”. Nesta reportagem, você vai conhecer a história de cinco educadores que, sozinhos ou com a ajuda de amigos, encontraram soluções na própria rede mundial de computadores e fizeram uma revolução na vida dos jovens em lugares onde micros ainda são raridade.

As maneiras de resolver o problema da falta de recursos são bem criativas. Mônica Sepúlveda Fonseca, professora de História do CE Monsenhor Manuel Barbosa, em Salvador, conseguiu que suas turmas de 5ª e 6ª séries pesquisassem sobre a cultura baiana e publicassem os resultados em um site, mesmo com os oito computadores da escola sem acesso à rede (o modem aparelho que permite a conexão já foi solicitado à Secretaria de Educação do Estado). "A garotada topou freqüentar uma lan-house próxima à escola", conta Mônica, que dava orientações em classe e, no contraturno, monitorava os trabalhos online. "Os meninos aprenderam que pesquisa é mais que imprimir textos", conta, orgulhosa.

Já o professor de Ciências Ivan Tavares Scotelari de Souza, de São José do Rio Preto, a 440 quilômetros de São Paulo, conseguiu simular a navegação na internet em classe assim que a EE Celso Abade Mourão ganhou micros, em 1998. Ele se esforçou para aprender a usar as máquinas, pois tinha certeza de que a novidade seria importante em sala de aula: "Um dia, sem querer, cliquei com o botão direito do mouse em um site e descobri como gravar conteúdos offline. Salvei as páginas num disquete, que levei para a sala de aula, mostrando às crianças como surfar na rede mundial", relembra Scotelari. Hoje ele utiliza animações em flash, formulários de provas online e jogos virtuais, tudo de sua autoria.

Começo com e-mails

Diferentemente da experiência do professor paulista, a de Almerinda Borges Garibaldi envolveu formação. Ela fez um curso na organização não-governamental Partners of America e percebeu o potencial do mundo virtual. Mas no Centro Interescolar de Línguas de Taguatinga, cidade-satélite do Distrito Federal, onde leciona Inglês, existem três computadores para 4 200 alunos e a conexão de internet passa longos períodos fora de serviço.

Para iniciar um trabalho interativo, ela aprendeu a usar navegadores e e-mails. Encontrou os projetos didáticos no site Iearn.org. A proposta de trabalho é simples: basta escolher uma atividade, realizá-la em classe e enviar o resultado para a página, na qual educadores e estudantes de outros países podem fazer comentários, sempre em inglês. Os garotos começaram a compreender a dimensão do mundo, afirma Almerinda, que digita em casa a produção textual realizada em sala de aula e a publica na rede.

O entusiasmo dela envolveu colegas como Isabel Teixeira, que já utilizou o computador de uma aluna para participar do programa. Hoje ela forma grupos na sala de aula em que o coordenador, com micro em casa, se responsabiliza por digitar e publicar os escritos dos membros da equipe. Neste ano, a professora viajará ao Japão com dois estudantes a convite do Iearn.org. Eles vão elaborar, junto com jovens de outros países, um documento em inglês para os representantes do G8 - grupo que reúne os sete países mais industrializados e a Rússia - sobre a preocupação com os problemas ambientais e sugerindo soluções para eles.

Nas ondas da web

Nas escolas de Planaltina, também na periferia de Brasília, o aparelho de som e os alto-falantes eram usados pela garotada para ouvir música na hora do recreio. Até que um grupo de professores da região, com o apoio da rádio Utopia e da Universidade de Brasília (UnB), criou o programa Diversidade. No ano passado, seis unidades aderiram ao projeto, entre elas o CEF 04. Lá a professora de Arte Rejane Araújo de Oliveira envolveu 40 estudantes de 6ª a 8ª séries para produzir um programa de rádio ao vivo que era transmitido apenas por ondas de FM. Somente quem morasse num raio de 1 quilômetro da escola poderia ouvir a transmissão não fosse a parceria com o site Dissonante, criado por ex-alunos da UnB, que disponibiliza gratuitamente um servidor para a criação de rádios virtuais e ensina como usá-lo. "Para muitos jovens, o computador da rádio é o único com o qual têm contato", revela a professora. Os assuntos tratados no programa são os mesmos trabalhados em sala. "Como eles sabem que existem ouvintes, sentem-se motivados a pesquisar e produzir conteúdos de qualidade."


Quer saber mais?
Contatos
Bárbara Dieu, beeonline@gmail.com
CE Monsenhor Manoel Barbosa, Conj. Guilherme Marback, s/n°, Quadra 1, 41710-050, Salvador, BA, tel. (71) 3371-2012
CEF 04, Setor Educacional, Lote D, 73310-100, Planaltina, DF, tel. (61) 3901-4543
Centro interescolar de Línguas de Taguatinga, QSB 02/03, A/E 3/4, 72015-520, Taguatinga Sul, DF, tel. (61) 3901-6771
EE Celso Abade Mourão, R. Jesus Cristo, 1041, 15044-545, São José do Rio Preto, SP, tel. (17) 3236-3789